no telemóvel...
se calhar temos muitos jogos e aplicações...
se calhar passamos muito tempo com ele...
se calhar deixamo-lo controlar a nossa vida...
se calhar gastamos algum tempo a escrever e ler mensagens...
mas não temos com ele o livro mais vendido/conhecido no mundo: a Biblia!
http://www.4shared.com/file/SGCR6P0C/Biblia_Sagrada_Catolica_Para_C.html
(biblia simples, em brasileiro, funciona em quase todos os telemóveis, desde que trabalhem com Java)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
oração de quinta à noite, em 24 Fevereiro
Ontem estivemos na capela, não muitos, mas fomos como uma vela diante do sacrário, calmamente, procurando ouvi-lO...
A leitura inspirada foi Marcos 16,9-19
"Tendo Jesus ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria de Magdala, de quem tinha expulsado sete demônios. Foi ela noticiá-lo aos que estiveram com ele, os quais estavam aflitos e chorosos. Quando souberam que Jesus vivia e que ela o tinha visto, não quiseram acreditar. Mais tarde, ele apareceu sob outra forma a dois entre eles que iam para o campo. Eles foram anunciá-lo aos demais. Mas estes tampouco acreditaram. Por fim apareceu aos Onze, quando estavam sentados à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, por não acreditarem nos que o tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados. Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao céu e está sentado à direita de Deus."
A leitura inspirada foi Marcos 16,9-19
"Tendo Jesus ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria de Magdala, de quem tinha expulsado sete demônios. Foi ela noticiá-lo aos que estiveram com ele, os quais estavam aflitos e chorosos. Quando souberam que Jesus vivia e que ela o tinha visto, não quiseram acreditar. Mais tarde, ele apareceu sob outra forma a dois entre eles que iam para o campo. Eles foram anunciá-lo aos demais. Mas estes tampouco acreditaram. Por fim apareceu aos Onze, quando estavam sentados à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, por não acreditarem nos que o tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados. Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao céu e está sentado à direita de Deus."
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Cruz de Cristo fonte de todo o bem
Hoje ao ler estas palavras retiradas Comentário ao Evangelho do dia feito por São João Crisóstomo:
“ (...) a cruz de Cristo é a fonte de todo o bem. E através dela que nós vivemos, que somos regenerados e salvos. Carreguemos a cruz como uma coroa de glória. Ela põe a sua marca em tudo o que nos conduz à salvação: quando somos regenerados pelas águas do baptismo, a cruz lá está; quando nos aproximamos do altar para receber o Corpo e o Sangue do Salvador, lá está; quando impomos as mãos sobre os eleitos do Senhor, lá está. O que quer que façamos, ela aparece, como sinal de vitória para nós. Eis a razão porque a põe nas nossas casas, nas nossas paredes, nas nossas portas; porque fazemos esse sinal na testa e no peito; porque a trazemos no coração. Pois ela é o símbolo da nossa redenção e da nossa libertação, e da misericórdia infinita de Nosso Senhor"
Penso que para mim tudo isto é verdade, e em tudo isto acredito na minha razão, mas na verdade que significa isto para mim? É (ou tem que ser) um pensamento profundo, quase um encontro pessoal com Deus que parece que não consigo ter ou um pedido ao qual pareço não encontrar resposta...Facilmente respondo pela minha razão mas não pelo meu coração. Jesus morreu por nós, temos essa vitória, para nossa salvação, mas como pratico isto no meu dia a dia, que significa isto para mim no meu dia a dia, no trabalho, na minha casa, com os meus amigos que nada sabem ou querem saber de Deus! Afinal, como “Carreguemos a cruz como uma coroa de glória” no meu dia a dia?
Alguém quer falar da sua experiência?
“ (...) a cruz de Cristo é a fonte de todo o bem. E através dela que nós vivemos, que somos regenerados e salvos. Carreguemos a cruz como uma coroa de glória. Ela põe a sua marca em tudo o que nos conduz à salvação: quando somos regenerados pelas águas do baptismo, a cruz lá está; quando nos aproximamos do altar para receber o Corpo e o Sangue do Salvador, lá está; quando impomos as mãos sobre os eleitos do Senhor, lá está. O que quer que façamos, ela aparece, como sinal de vitória para nós. Eis a razão porque a põe nas nossas casas, nas nossas paredes, nas nossas portas; porque fazemos esse sinal na testa e no peito; porque a trazemos no coração. Pois ela é o símbolo da nossa redenção e da nossa libertação, e da misericórdia infinita de Nosso Senhor"
Penso que para mim tudo isto é verdade, e em tudo isto acredito na minha razão, mas na verdade que significa isto para mim? É (ou tem que ser) um pensamento profundo, quase um encontro pessoal com Deus que parece que não consigo ter ou um pedido ao qual pareço não encontrar resposta...Facilmente respondo pela minha razão mas não pelo meu coração. Jesus morreu por nós, temos essa vitória, para nossa salvação, mas como pratico isto no meu dia a dia, que significa isto para mim no meu dia a dia, no trabalho, na minha casa, com os meus amigos que nada sabem ou querem saber de Deus! Afinal, como “Carreguemos a cruz como uma coroa de glória” no meu dia a dia?
Alguém quer falar da sua experiência?
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Por vezes ......
....pedimos tanto nas nossas orações, pedimos tanto pelas nossas dores, que nos esquecemos de São Francisco de Assis:
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais,
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Oração quinta feira, 27 Jan 2011
Esta noite tivemos a graça de ter a presença do Padre Leo, que celebrou Eucarística connosco.
Tivemos a graça de comungar nas duas formas Pão e Vinho.
reflectimos ainda sobre o Evangelho do dia, Evangelho segundo S. Marcos 4,21-25.
Disse-lhes ainda: «Põe-se, porventura, a candeia debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não é para ser colocada no candelabro?
Porque não há nada escondido que não venha a descobrir-se, nem há nada oculto que não venha à luz.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, oiça.»
E prosseguiu: «Tomai sentido no que ouvis. Com a medida que empregardes para medir é que sereis medidos, e ainda vos será acrescentado.
Pois àquele que tem, será dado; e ao que não tem, mesmo aquilo que tem lhe será tirado.»
Tivemos a graça de comungar nas duas formas Pão e Vinho.
reflectimos ainda sobre o Evangelho do dia, Evangelho segundo S. Marcos 4,21-25.
Disse-lhes ainda: «Põe-se, porventura, a candeia debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não é para ser colocada no candelabro?
Porque não há nada escondido que não venha a descobrir-se, nem há nada oculto que não venha à luz.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, oiça.»
E prosseguiu: «Tomai sentido no que ouvis. Com a medida que empregardes para medir é que sereis medidos, e ainda vos será acrescentado.
Pois àquele que tem, será dado; e ao que não tem, mesmo aquilo que tem lhe será tirado.»
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Papa VS Internet\Blogues\Redes sociais, etc
Ora vêm que o Papa também é a favor do nosso blogue, redes sociais e afins.
Disse ele:
"Quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana"
Claro que também alerta para os Riscos. Ora vejam:
http://www.zenit.org/article-27066?l=portuguese (texto Integral)
http://networkedblogs.com/dpFRj (resumo comentado)
Disse ele:
"Quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana"
Claro que também alerta para os Riscos. Ora vejam:
http://www.zenit.org/article-27066?l=portuguese (texto Integral)
http://networkedblogs.com/dpFRj (resumo comentado)
Por que a «blasfémia» contra o Espírito Santo é imperdoável?
Sendo o nosso grupo um grupo "orientado" pelo Espírito Santo, achei boa ideia destacar este texto retirado do blogue do Padre Bantu Mendonça.
O Espírito Santo é o amor. Considerar as obras de amor do Espírito como sendo obras do demónio significa o distanciamento e até a ruptura com o próprio amor de Deus. Rejeitar e matar os que com amor buscam resgatar a dignidade humana dos empobrecidos explorados e excluídos significa a rejeição da vida e do amor de Deus.
Porque é que a «blasfémia» contra o Espírito Santo é imperdoável? Em que sentido se deve entender esta «blasfémia»? S. Tomás de Aquino responde que se trata da um pecado «imperdoável por sua própria natureza, porque exclui aqueles elementos graças aos quais é concedida a remissão dos pecados».
Segundo tal exegese, a «blasfémia» não consiste propriamente em ofender o Espírito Santo com palavras; consiste, antes, na recusa de aceitar a salvação que Deus oferece ao homem, mediante o mesmo Espírito Santo agindo em virtude do sacrifício da Cruz.
Se o homem rejeita o deixar-se «convencer quanto ao pecado», que provém do Espírito Santo e tem carácter salvífico, ele rejeita comtemporaneamente «vinda» do Consolador: aquela «vinda» que se efectuou no mistério da Páscoa, em união com o poder redentor do Sangue de Cristo: o Sangue que «purifica a consciência das obras mortas». Sabemos que o fruto desta purificação é a remissão dos pecados.
Por conseguinte, quem rejeita o Espírito e o Sangue permanece nas «obras mortas», no pecado. E a «blasfémia contra o Espírito Santo» consiste exactamente na recusa radical de aceitar esta remissão, de que Ele é o dispensador íntimo e que pressupõe a conversão verdadeira, por Ele operada na consciência. Se Jesus diz que o pecado contra o Espírito Santo não pode ser perdoado nem nesta vida nem na futura, é porque esta «não-remissão» está ligada, como à sua causa, à «não-penitência», isto é, à recusa radical a converter-se.
Isto equivale a uma recusa radical de ir até às fontes da Redenção; estas, porém, permanecem «sempre» abertas na economia da salvação, na qual se realiza a missão do Espírito Santo. Este tem o poder infinito de haurir destas fontes: «receberá do que é meu», disse Jesus.
Deste modo, Ele completa nas almas humanas a obra da Redenção, operada por Cristo, distribuindo os seus frutos.
Ora a blasfémia contra o Espírito Santo é o pecado cometido pelo homem, que reivindica o seu pretenso «direito» de perseverar no mal - em qualquer pecado - e recusa por isso mesmo a Redenção. O homem fica fechado no pecado, tornando impossível da sua parte a própria conversão e também, consequentemente, a remissão dos pecados, que considera não essencial ou não importante para a sua vida.
É uma situação de ruína espiritual, porque a blasfémia contra o Espírito Santo não permite ao homem sair da prisão em que ele próprio se fechou e abrir-se às fontes divinas da purificação das consciências e da remissão dos pecados.
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